Dec 27, 2025
Por: Carlos

Gênero: male

Eu Vi Dois Pedreiros Estuprarem Minha Mãe e Chutarem Sua Buceta Por Dinheiro

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Meu nome é Carlos. Hoje tenho 22 anos, mas isso aconteceu há 10 anos, quando eu tinha apenas 12. Naquela época, minha mãe, Marisa, tinha 32 anos. Ela é alemã, loira natural, olhos azuis, corpo curvilíneo e bem torneado – tipo aquelas mulheres que os caras param na rua pra olhar. Meu pai morreu quando eu era pequeno, então ela criava a gente sozinha. Quando o aluguel da casa antiga aumentou demais, ela decidiu se mudar pra uma casa nossa que estava vazia em Guarulhos, na zona leste de São Paulo. Era uma casa velha, precisando de reforma pesada: reboco, piso, encanamento, tudo.

Ela não conhecia ninguém por ali. Pediu pra eu indicar um pedreiro, mas eu era criança, não tinha ideia. Ela mesma achou um cara num grupo de WhatsApp do bairro: o Jorge, um pedreiro branco de uns 35 anos, alto, forte, tatuado nos braços, barba por fazer, jeito mandão. Veio com um ajudante chamado Diego, um negro de uns 28 anos, magro mas musculoso, sempre com um sorriso malicioso. Cobraram barato e começaram rápido.

No início era só trabalho normal. Minha mãe levava café, água, conversava. Ela achava o Jorge “interessante”, contava pra mim que ele era simpático, elogiava o jeito dela. Eu achava esquisito, mas era criança, não entendia.

Um dia ela comentou que o Jorge ofereceu “desconto” se ela “fosse o café da tarde” pra eles. Riu, disse que era brincadeira. Eu avisei: “Mãe, cuidado com esses caras”. Ela disse que sabia se cuidar.

No dia seguinte, cheguei da escola mais cedo. A porta tava entreaberta. Ouvi barulho no quarto dos fundos. Entrei devagar e vi pela fresta: Jorge já tava em cima da minha mãe. Ela tava deitada na cama velha, com uma calcinha preta que eu nunca tinha visto, ele com o pau pra fora, metendo forte e violento na buceta dela. Ela tentava empurrar: “Não… para… eu não quero… sai de cima de mim!

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Jorge segurava os pulsos dela com força, batendo no colchão: “Cala a boca, sua alemã gostosa. Você aceitou ser o café, agora aguenta a obra.” Ele metia seco, sem lubrificação, socando como se quisesse machucar.

Diego entrou com o celular filmando. Minha mãe viu e gritou: “O que é isso? Para com isso!” Diego riu: “Aceitou o café? Agora a gente divide e grava. É o nosso direito.”

Ela tentou se soltar, mas Jorge deu um tapa forte no rosto dela, deixando a marca vermelha. “Fica quieta, vadia!” O tapa ecoou. Ela chorou alto, mas eles não pararam. Jorge acelerou, socando com raiva, e gozou dentro dela: “Toma leite quente, sua puta!” O sêmen escorreu viscoso pelas coxas dela.

Diego largou o celular, virou ela de quatro à força. Minha mãe nunca tinha dado o cu na vida. Ele cuspiu na mão, forçou a entrada. Ela gritou de dor: “Não! Por favor! Dói demais! Sai!” Ele ignorou, meteu seco e violento: “Relaxa, coroa… vai aprender a gostar.” Ela arranhava o colchão, chorava alto, corpo tremendo. Quando ele tava quase gozando, tirou e jorrou tudo na bunda dela, leite branco escorrendo pelas nádegas.

Eles pararam de filmar, mas pegaram o celular pra tirar fotos: pau dos dois em cima da bunda dela, ela de lado chorando. “Essa é nossa obra agora, kkkk. Nossa vadia alemã. Marmita de pedreiro.” Colocaram o pau na boca dela pra mais fotos: “Abre a boca, coroa. Sorri pra câmera.”

Eles saíram rindo, deixando ela ali: tremendo, coberta de porra, rosto inchado do tapa, corpo dolorido. Eu saí sem ela ver, voltei mais tarde fingindo que cheguei agora. Ela disse que “caiu da escada” e “machucou o rosto”. Eu não confrontei – tinha medo.

Nos dias seguintes, eles voltaram “pra continuar a reforma”. Minha mãe não queria mais nada, implorava pra pararem, mas eles ameaçavam: “Se não for o café, a gente posta os vídeos pra todo mundo ver – família, vizinhos, escola.” Ela cedeu, chorando. Virou rotina diária: trancavam a porta, davam tapa no rosto, puxavam cabelo, metiam violento na buceta e no cu. Eles usavam cinto pra bater na bunda dela até ficar vermelha, forçavam dupla penetração mesmo ela gritando de dor, gozavam na cara, na boca, dentro, no cu. Ela chorava alto, pedia pra parar, mas eles riam: “Agora você é nossa escrava, alemã. Aguenta.”

Com o tempo, o corpo dela começou a trair. Os gritos viravam gemidos misturados com choro. Eles a humilhavam mais: faziam ela lamber o chão onde caía porra, chamavam de “vadia alemã barata”, obrigavam ela a dizer “sou a puta de vocês” na câmera. Durou 4 semanas inteiras.

Depois disso, Jorge caiu do telhado, quebrou a coluna grave e ficou internado. Diego sumiu logo depois. Deixaram todos os vídeos com ela como “lembrança”. Minha mãe nunca mais falou com eles. Ficou grávida. Hoje, 10 anos depois, ela tem 42 anos e a criança (meu irmãozinho) tem 9 anos. Não sabe de quem é – pode ser do Jorge (branco) ou do Diego (negro). A criança nasceu sem pai, e ela nunca soube o nome completo deles.

Depois do acidente, minha mãe mudou completamente. Virou outra pessoa. Começou a trabalhar como acompanhante de luxo pra pagar as contas e a terapia que ela nunca fez.

Publicado em Dec 27, 2025

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