Dec 27, 2025
Por: Breno

Género: male

Do Quarto ao Quintal: A História de Como Meu Pai Arrombou Meu Cu e Entregou Minha Mãe e Eu ao Bairro

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Meu nome é Aninha, tenho 16 anos. Tudo começou nas férias no sítio do vovô. Depois de despedir do vovô, eu e papai voltamos pra casa na cidade. No carro, conversamos o caminho inteiro, rindo e lembrando de tudo que rolou no sítio – as fodas escondidas, o leitinho do titio João, o pau do primo José. Papai dirigia com uma mão no volante e a outra na minha coxa, subindo devagar. Eu já tava molhada só de lembrar.

Chegamos em casa. Mamãe já tava saindo pro plantão noturno (ela é enfermeira). Beijou a gente e disse: “Se comportem, viu?” Meu irmão Breno tava na rua com amigos. Só eu e papai em casa. Fui pro meu quarto, tirei a roupa, tomei banho e deitei peladinha, exausta da viagem.

Acordei com papai deitado do meu lado, alisando minha bucetinha devagar. Dedo grosso esfregando o clitóris, forçando a entradinha. “Hummm… hummm… aiii papai… já tava com saudades…” Ele sorriu safado: “Papai também, filhinha. Abre mais as perninhas.” Eu abri. Ele abaixou a cabeça, abriu meus lábios com os dedos e enfiou a língua fundo na grutinha. “Aiii… que língua gostosa, papai… chupa mais… vou gozar na sua boca!” Gozei forte, tremendo, molhando o rosto dele.

A porta do quarto tava entreaberta. Meu irmão Breno tinha chegado e ouviu os gemidos. Ele viu tudo: papai chupando minha bucetinha, eu gozando na boca dele. Breno ficou parado, pau duro na calça, batendo uma devagar.

Papai tirou o pau pra fora – grosso, veiado, duro pra caralho – e esfregou na minha bucetinha molhada. “Toma, vadia… a rola que te fez… toma na bucetinha da filha.” Enfiou devagar, abrindo tudo. “Aiii… papai… tá abrindo minha bucetinha… fode forte… fode sua putinha!” Eu gritava. Papai socava fundo: “Isso, grita pra papai… quem fode essa bucetinha?” “Você, papai! Só você!”

Breno entrou no quarto, pau pra fora. Papai viu e sorriu: “Entra, filho. Sua irmã tá precisando de mais rola.” Breno veio, colocou o pau na minha boca. Eu chupei com vontade: “Umm… que pau gostoso, irmãozinho…” Papai fodia minha bucetinha, Breno fodia minha boca.

Mamãe chegou mais cedo do plantão (esqueceu algo). Entrou no quarto e viu a cena. Em vez de brigar, ela sorriu safada: “Meninos, deixaram um restinho pra mamãe?” Tirou a roupa rápido. Peitos grandes, bunda redonda. Papai mandou: “Vem, esposa. Sua filha tá virando putinha da família.”

Mamãe se ajoelhou e chupou meu clitóris enquanto papai metia em mim. Breno fodia a boca da mamãe. Depois papai me virou de quatro: “Agora o cuzinho, filhinha. Papai vai arrombar.” Cuspiu, forçou a cabeça. Doeu pra caralho. Eu gritei: “Aiii… dói papai… para!” Ele não parou. Metia violento, rasgando. Sangue começou a vazar do meu cu – vermelho escorrendo pelas coxas. Papai viu, tirou o pau e disse: “Tá sangrando, vadia. Agora a mamãe aguenta.”

Virou mamãe de quatro. Apertou os peitos grandes dela com força – marcas vermelhas de mão ficaram visíveis, como impressões na pele branca. “Toma, sua puta!” Bateu forte na bunda dela, deixando marcas vermelhas. Breno seguiu: apertou os peitos da mamãe, bateu na bunda. Mamãe gemia: “Fode mais forte… sou a puta de vocês!”

Papai meteu no cu da mamãe, socando sem dó. Breno fodia a buceta dela. Eu assistia, tocando minha bucetinha dolorida. Depois papai amarrou os peitos das duas com corda fina – apertou até ficar roxo, marcas profundas. Levou a gente pelada pro quintal dos fundos (era noite, muro alto). Andamos de quatro como cachorras, corda no pescoço. Vizinhos curiosos olharam por cima do muro. Alguém gritou: “Que porra é essa?” Papai respondeu alto: “Essas duas são públicas agora! Quem quiser foder, pode usar. Só quem quiser!”

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Começou o caos. Primeiro um vizinho pulou o muro. Depois mais três. Foderam mamãe e eu ali no quintal: buceta, cu, boca. Gozaram em todo lugar. Sangue ainda vazava do meu cu, misturado com porra. Mamãe gemia: “Fode mais… sou de todos!”

Depois disso, virou rotina. Na escola, os meninos sabiam. No intervalo, me levavam pro banheiro, fodia minha buceta e cu até ficar inchado, sangrando. Professores também: o de educação física me pegava na sala dele, o diretor no carro. Mamãe virou pública em casa – vizinhos batiam na porta, entravam e fodiam ela na sala, na cozinha. Ela gritava de dor e prazer: “Fode mais… sou a puta do bairro!”

Meu cu e buceta ficaram destruídos – inchados, sangrando toda hora, arrombados. Mamãe também. A gente virou propriedade pública. Todo dia, 24 horas, alguém fodia. Eu e mamãe andávamos de quatro pela rua, corda nos peitos, todo mundo usando. Papai e Breno assistiam e riam. Nunca mais foi normal. Somos as putas da família e da vizinhança agora.

Publicado el Dec 27, 2025

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