Género: female
De Esposa Entediada a Viciada em Sexo Grupal: Toda Sexta Era Roda de Rola na Minha Boca e Buceta
Meu nome é Larissa, 29 anos, moro em São Paulo, no centro mesmo, perto da Augusta. Sou casada, mas meu marido viaja muito a trabalho. Ele é legal, mas na cama… digamos que o tesão morreu faz tempo. Eu fingia que tava tudo bem, até aquela noite de sexta que mudou tudo.
Eu tava no bar da esquina, sozinha, tomando caipirinha pra esquecer o tédio. Três caras sentaram na mesa do lado: o Bruno (alto, tatuado, cara de malandro), o Thiago (negão forte, sorriso safado) e o Diego (magrelo mas com pauzão que eu já tinha visto em fotos de rolê). Eles tavam rindo alto, bebendo cerveja, e eu peguei o olhar do Bruno. Ele piscou, eu corei. Em vez de virar o rosto, eu sorri de volta.
“Ei, gata, tá sozinha aí? Vem pra cá, a gente não morde… ou morde se você pedir” — disse o Bruno, voz grossa.
Eu ri, mas levantei e fui. Bebi com eles. Uma hora virou duas. As mãos começaram a roçar: Thiago na minha coxa, Diego no cabelo. “Vocês são uns safados mesmo, né?” falei, já molhada só de imaginar.
Bruno chegou perto do meu ouvido: “A gente sabe que você quer mais que conversa. Quer vir pro apê do Thiago? Lá a gente te fode direitinho, os três.”
Meu coração disparou. Eu sabia que era loucura, mas o tesão venceu. “Tá bom… mas se for ruim eu vou embora.”
Chegamos no apê dele, um loft bagunçado na Vila Madalena. Mal fechou a porta, Bruno me prensou na parede e me beijou com fome, língua na minha boca. Thiago já tava tirando minha blusa, apertando meus peitos. “Porra, que tetão gostoso… olha esses bicos duros.” Diego abaixou minha saia e calcinha de uma vez. “Olha a bucetinha dessa vadia… já tá pingando, caralho.”
Me jogaram no sofá. Bruno tirou a calça primeiro: rola grossa, veiada, cabeça vermelha. “Chupa, Larissa. Mostra que você é boa de boca.” Eu ajoelhei e engoli ele inteiro, babando, engasgando. Thiago veio do lado: pau preto, enorme, grosso pra caralho. “Chupa os dois, sua puta.” Eu alternava, lambendo as bolas de um, chupando a cabeça do outro. Diego atrás, metendo dois dedos na minha buceta. “Tá molhada pra cacete… quer rola agora?”
Sim, eu queria. Bruno me pegou no colo, sentou no sofá e me encaixou na rola dele. “Senta devagar… isso, engole tudo.” Eu desci gemendo alto: “Aaaah… caralho, tá me abrindo toda!” Thiago veio na frente, meteu na minha boca enquanto Bruno socava por baixo. Diego se masturbava olhando. “Agora vira, vadia.”
Me viraram de quatro. Thiago meteu na buceta de uma vez, fundo, batendo no útero. “Porra, que buceta apertada… toma, toma mais!” Bruno na boca, Diego enfiou o dedo no meu cu. “Relaxa… vai levar no cuzinho também.” Eu gemia: “Vai… fode meu cu… quero os três!”
Diego cuspiu no meu cu e entrou devagar. Dor no começo, depois prazer louco. Dupla penetração: Thiago na buceta, Diego no cu, Bruno na boca. Eu tava sendo fodida pelos três ao mesmo tempo. “Isso, sua puta… aguenta as rolas! Goza, goza pra gente!” Eu gozei forte, tremendo, esguichando na rola do Thiago. Ele gozou dentro da buceta, quente, enchendo tudo. Diego gozou no cu, Bruno na minha cara, porra escorrendo no queixo.
Não parou. Eles trocaram. Thiago no cu, Bruno na buceta, Diego na boca. Mais uma rodada. Eu cavalguei o Bruno, rebolando enquanto Thiago metia no cu por trás. “Caralho… tô cheia… fode mais!” Gozei de novo, eles gozaram mais uma vez: um na boca, outro nos peitos, outro na barriga.
Depois de três rodadas, eu tava exausta, coberta de porra, buceta e cu inchados, pernas tremendo. Eles me levaram pro banho, me lavaram, me beijaram. “Você é foda, Larissa. Volta semana que vem?”
Eu voltei. Virei a puta deles. Toda sexta, os três (às vezes mais amigos). Buceta cheia de porra, cu dilatado, boca dolorida de tanto chupar. Eu amava. Meu marido nunca soube. Mas eu sei: eu virei outra mulher. Uma que adora ser fodida por vários paus ao mesmo tempo.