Género: male
A Empregada Grávida a Tia e a Prima Virgem Como Virei o Rei da Puta da Cidade Inteira

Meu nome é Rafael, tenho 25 anos, moro numa cidade pequena do interior de Minas Gerais. Tudo começou há uns 3 anos, quando contratei uma empregada doméstica chamada Luana, 19 anos na época, morena, corpo firme, bunda grande e peitos médios. Ela era tímida no começo, mas eu percebia os olhares dela quando eu ficava sem camisa.
Um dia, minha mulher tava viajando. Luana tava limpando o quarto, eu entrei só de cueca. Ela parou, olhos no meu volume. Sem falar nada, puxei ela, beijei com força. Ela tentou resistir: “Não, seu Rafael… eu não quero…” Mas eu segurei os pulsos dela, joguei na cama. Rasguei a blusa, tirei a calcinha. Ela choramingava: “Por favor… não…” Eu meti seco, violento. Dor no rosto dela, lágrimas. “Cala a boca, sua puta… toma rola.” Fodi forte, socando fundo. Ela gritava de dor. Gozei dentro, enchendo a buceta dela. Depois saí, como se nada tivesse acontecido.
Duas semanas depois, Luana veio chorando: “Estou grávida… do senhor.” Eu ri: “Então cuida. E continua trabalhando.” Ela aceitou, com medo.
Minha tia Clara (irmã do meu pai, 38 anos, casada com tio Marcos, loira, corpo sarado, peitos grandes) veio visitar e descobriu tudo. Ela me chamou no canto: “Rafael, você estuprou a empregada? Eu sei de tudo.” Eu neguei, mas ela insistiu. Naquela noite, tio Marcos viajou. Tia Clara ficou na casa. Eu entrei no quarto dela de madrugada. Ela acordou assustada. “O que você tá fazendo?” Eu tapei a boca dela, rasguei a camisola. “Você descobriu, agora aguenta.” Meti na buceta dela à força. Ela chorava, tentava empurrar. Dei tapas no rosto, puxei cabelo. “Cala a boca, sua vadia.” Fodi violento, gozei dentro.
No dia seguinte, ela mudou. Me chamou no banheiro: “Eu… eu gostei. Fode de novo.” Virou viciada. Comecei a foder ela todo dia, atrás do tio Marcos. Na cozinha, no quarto de hóspedes, no carro. Ela pedia mais forte: “Me bate, me fode o cu… sou sua puta.”
A filha dela, minha prima Larissa (18 anos, morena, corpo perfeito), descobriu. Ouviu a mãe gemendo no quarto. Confrontou a mãe. Tia Clara, safada, disse: “Quer provar também? Seu primo fode muito bem.” Larissa resistiu: “Não… isso é errado.” Mas a mãe segurou ela, eu entrei. Rasguei a roupa da prima. Ela gritava: “Não… tia… para!” Dei tapa na cara dela, meti na boca. Tia Clara segurava os braços. Depois meti na buceta virgem, rasgando. Sangue escorreu. Ela chorava alto. Gozei dentro. Depois fodi o cu dela, forçando seco. Dor insuportável, mas continuei.
Depois disso, as três viraram minhas putas. Luana (já com barriga de 7 meses) entregou o bebê (um menino). Depois do parto, ela voltou pra casa. Agora somos quatro: Luana, tia Clara, Larissa e eu. Fodemos todo dia, em todo lugar.
Na casa, na cozinha, no sofá, no quintal. No carro, na estrada. Em público: no parque à noite, atrás do mercado, no banheiro de bar. Elas andam sem calcinha, eu meto quando quero.
O auge foi no jardim dos fundos, debaixo da árvore grande. Chamei as três + as amigas da tia Clara (4 mulheres, todas casadas, 35-45 anos). Todas nuas. Amarrei os peitos delas com corda, deixei marcas vermelhas. Bati na bunda até ficar roxa. Meti em todas: buceta, cu, boca. Sangue vazava do cu da Larissa (ainda arrombado), da tia Clara (eu forcei mais). Elas gritavam de dor e prazer: “Fode mais forte… sou sua escrava!”

Chamei vizinhos, amigos, qualquer um que passasse. “Quem quiser foder, pode usar. São públicas.” Uns 10 caras vieram. Gangbang total: elas de quatro no chão, rola em todo buraco. Gozadas na cara, na boca, dentro, no cu. Sangue, porra, lágrimas misturados. Elas gozavam gritando: “Mais… fode mais… somos putas!”
Depois disso, virou fama na cidade. As três (e as amigas) são fodidas 24h. Na escola da Larissa, professores metem nela no banheiro. Na casa, vizinhos batem na porta pra foder a tia Clara e Luana. Eu sou o “rei da foda” – controlo tudo, fodo primeiro, depois libero. Elas andam marcadas: marcas de tapa nos peitos, bunda roxa, buceta e cu inchados, sangrando.
Nunca mais foi normal. Elas são minhas escravas, da cidade inteira. E eu continuo fodendo, todo dia, sem parar.