Dec 27, 2025
Por: José

Género: male

Dois Homens, Duas Mulheres, Uma Casa: A Confissão de Como Todos na Minha Família Se Foderam Sem Verg

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tenho 19 anos agora, mas isso rolou há uns 2 anos, quando eu tinha 17. Eu morava com meu pai, o tio João (um homem forte, branco, 48 anos na época, pedreiro, sempre de bermuda mostrando volume), e minha mãe, tia Maria (alemã, 42 anos, loira, corpo cheio, peitos grandes e bunda redonda). A gente vivia numa casa simples no interior de São Paulo, perto da casa do vovô. Eu já sabia que meu pai era bi desde novinho – ele me ensinava coisas na cama desde os 15, me chupava, me fodia devagar, me fazia gozar na boca dele. Minha mãe sabia e participava às vezes, mas era mais passiva.

Naqueles dias de férias, eu tava sozinho em casa com o pai. A tia Maria tinha ido visitar parentes. Bateram na porta. Era a Aninha, sobrinha do meu pai (filha do irmão dele), 16 anos na época, morena clara, corpo magrinho mas peitinhos durinhos, sempre com carinha inocente.

Abri a porta: “Aninha! Entra, mãe não tá, só eu e o pai.” Ela entrou tímida, mas eu já tava de pau duro só de ver ela. Meu pai veio da cozinha: “Oi, Aninha! Não esperava você hoje. Aconteceu algo?” Ela disse que só veio visitar a tia. Meu pai riu: “Tia Maria não tá, mas senta aqui no colo do titio pra esperar.”

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Aninha sentou no colo dele. Eu vi a bermuda do pai esticando com a rola dura. Ele começou a alisar as perninhas dela, subindo devagar até a bucetinha. Afasta a calcinha rosa dela, esfrega com os dedos grossos e ásperos do trabalho. Aninha gemeu: “Humm… humm… aii titio João…” Ela abriu mais as pernas. Meu pai cuspiu na bucetinha, forçou o dedo devagar, esfregando forte. “Tá molhadinha, Aninha… gosta assim?”

Eu fiquei olhando, pau latejando. Meu pai chamou: “José, vem aqui, filho. Olha como se esfrega uma bucetinha direito.” Eu me aproximei. Ele me ensinou: “Coloca o dedo aqui, assim… devagar, depois mais forte.” Eu obedeci, sentindo a bucetinha quente e molhada dela. Aninha gemia alto: “Aiii… José… tá gostoso…”

Meu pai ajoelhou no sofá, puxou a calcinha dela pra baixo e começou a chupar a bucetinha. “Vem, filho, chupa junto.” Eu ajoelhei do lado, chupei o clitóris dela. Era a primeira vez que eu chupava uma menina. Ela tremia: “Hummm… aiii… chupa mais… vou gozar… aiii!” Gozou na nossa boca, molhando tudo.

Meu pai perguntou: “Gostou, filho? Assim que se chupa uma bucetinha. Não é só o papai que você tem de chupar.” Eu sorri, entendendo que ele me treinava pra tudo. Meu pai tirou o pau pra fora – grosso, veiado, uns 18 cm. Esfregou na bucetinha dela, cuspindo mais: “Vou fuder essa bucetinha, Aninha. Tá pronta pra rola do titio.” Ela gemeu: “Fode, titio João… fode minha bucetinha…”

Ele meteu devagar, abrindo ela toda. Aninha gritou: “Aiii… tá doendo… mas não para… aiii!” Meu pai socava forte, batendo fundo. Eu fiquei de pé na frente dela. Tirei meu pau (menor que o do pai, mas grosso) e coloquei na boca dela. Ela engoliu, babando: “Umm… que pau gostoso…” Meu pai fodia mais rápido: “Fala, Aninha… quem tirou seu cabacinho?” Ela tentou falar, mas com meu pau na garganta: “Foi… o papai… foi meu pai…”

Meu pai ficou louco de tesão: “Fala de novo! Quem fodeu essa bucetinha primeiro?” Ela gritava: “Foi o papai! Foi meu pai!” Ele meteu tudo no fundo e gozou forte: “Toma porra, vadia! Gozando na bucetinha que o pai fodeu!” Jatos quentes enchendo ela.

Eu gozei na boca dela logo depois. Porra escorrendo no queixo, misturada com saliva. Meu pai ainda meteu no cuzinho dela enquanto eu fodia a boca. Ele gozou no cu, eu na cara de novo. Aninha tremia, gozando mais uma vez.

Depois, a tia Maria chegou. Viu a cena e não brigou – sorriu safada. “Meninos, deixaram um restinho pra mim?” Ela se juntou: tirou a roupa, sentou na cara do meu pai enquanto eu fodia a buceta dela e Aninha chupava o cu da tia. Meu pai fodia o cu da Aninha de novo. Foi uma orgia completa: eu fodi todo mundo – buceta da Aninha, cu da tia Maria, boca do meu pai. Gozei em todo lugar: na cara da tia, dentro da Aninha, na boca do pai.

No final, Aninha foi embora com a bucetinha e o cuzinho cheios de porra. Tia Maria disse: “Isso fica em família.” E ficou mesmo. Depois daquele dia, toda vez que Aninha vinha, a gente repetia – eu fodia todos, meu pai ensinava, tia Maria participava. Ninguém nunca soube fora de casa.

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Publicado el Dec 27, 2025

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