Dec 27, 2025
Por: Pedro

Género: male

Relato de um Trauma: A Cena Que Destruiu Minha Infância e Minha Mãe

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Meu nome é Pedro, hoje tenho 19 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha 12. Eu era gordinho, estudava numa escola pública em São Paulo, na periferia. No primeiro dia de aula, cinco caras do 6º ano (todos mais velhos, marmanjos) começaram a me zoar: “Olha o bolinha aí!”, “Vai comer pastel, gordo!”. Eu engolia seco, tolerava tudo. A diretora vivia dando bronca, mas não adiantava.

Um deles se chamava André, o líder do grupo. Alto, forte, cara de mau. Um dia chovia forte, minha mãe foi de carro me buscar. Quando viu André saindo da escola, ela parou o carro e ficou olhando. Percebi que ela ficou interessada: olhos brilhando, sorriso diferente. No caminho pra casa, ela perguntou: “Filho, quem é aquele menino alto ali? Você conhece ele?” Eu disse que não. André olhou pra ela, lambeu os lábios devagar e deu um sorrisinho safado. Minha mãe corou.

No dia seguinte, ela insistiu em me levar pra escola. Achei estranho. Me deixou na portaria, mas parou o carro duas quadras adiante. Fiquei olhando pelo vidro traseiro e vi alguém entrar no carro, mas não deu pra ver quem era. Na escola, André faltou o dia inteiro. Quando cheguei em casa, minha mãe tava saindo do quarto pro banho: cabelo bagunçado, roupa amassada, cara de quem tinha acabado de ser fodida forte. Cheiro de sexo no ar. Não perguntei nada.

Os dias seguintes foram piores. André começou a me olhar de canto, rindo, mostrando o celular pros amigos. Eles cochichavam e riam. Meu amigo Nicolas me chamou num canto: “Cara… eu não queria te falar, mas eles tão pegando sua mãe. Tão mostrando foto dela pelada, transando, pra caralho na escola inteira.”

Não acreditei. No outro dia, fingi que fui pra escola, mas me escondi num terreno baldio da esquina. Esperei. Depois de uma hora, vi os cinco chegando: André na frente, os outros atrás. Eles entraram na casa. Meu coração disparou. Pensei: “Minha mãe vai aguentar os cinco?”

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Entrei pelos fundos, subi na janela do quarto dos fundos. Vi tudo. Minha mãe tava de quatro na cama, nua, gemendo alto. André gravava com o celular. Um por um eles entravam:

Primeiro veio o Lucas: pau duro, meteu na buceta dela sem camisinha. “Toma, sua vadia… engole tudo!” Socava forte, batendo na bunda. Ela gemia: “Vai… fode mais!” Ele gozou dentro, saiu pingando.

Depois o Thiago: virou ela de barriga pra cima, chupou os peitos, depois meteu na boca. “Chupa minha rola, gostosa!” Ela engolia inteiro, babando. Ele fodia a boca como se fosse buceta, depois virou e meteu na buceta de novo, gozando nos peitos.

O terceiro, o Felipe: colocou ela de lado, levantou uma perna e meteu fundo. “Porra, que buceta molhada… você adora rola de marmanjo, né?” Ela respondia: “Adoro… me fode!” Ele apertava os peitos, socava rápido e gozou dentro, gemendo alto.

André foi o quarto: o líder. Colocou ela de quatro, cuspiu no cu dela e meteu devagar no cuzinho. “Toma no cu, sua puta… isso é pra você aprender.” Ela gritava de dor e prazer: “Ai… devagar… não, vai fundo!” Ele fodia o cu com força, batendo na bunda, enquanto gravava tudo. Gozou dentro do cu, o leitinho escorrendo.

O último, o Bruno: deitou ela de costas, abriu as pernas e meteu na buceta enquanto chupava o clitóris. “Olha pros amigos, vadia… fala que você é nossa!” Ela gemia: “Sou de vocês… fode mais!” Ele gozou forte dentro, enchendo tudo.

Eles saíram rindo, dizendo: “Essa vadia é nossa agora.”

Isso durou semanas. Todo dia um ou mais faltavam aula pra ir pra casa. Eu via pelas janelas: gangbang, dupla penetração, boquete em fila, gozadas na cara, na boca, na buceta, no cu. Minha mãe virava a puta deles. Eles postavam fotos borradas no grupo da escola.

Depois de uns dois meses, eles pararam. Transferiram pra outra escola. Minha mãe ficou grávida. Disse que era do meu pai, mas eu sabia a verdade. O bebê nasceu, e ninguém nunca falou nada. Eu carrego isso sozinho até hoje. Nunca contei pra ninguém.

Publicado el Dec 27, 2025

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