Dec 26, 2025
Por: Lucas

Género: female

O Melhor Presente de Natal Veio do Meu Tio: Um Relato Sujo e Real Sobre Paz, Família... e uma Pica D

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Meu nome é Lucas, tenho 21 anos, e esse é um relato real de uma das noites mais loucas da minha vida.

Todo ano a gente passa a véspera de Natal na casa da minha avó em uma cidadezinha do interior de São Paulo chamada Serra Verde. É tradição: a família inteira se reúne lá desde a manhã do dia 24. São muitos tios, primos, bagunça total. Meu tio mais velho, o Carlos, tinha se separado da mulher uns meses antes, e todo mundo comentava.

Eu ajudei na ceia o dia inteiro: peru, farofa, salada, tudo. Enquanto isso, os homens da família (incluindo o tio Carlos) subiram pra laje pra tomar cerveja. À noite, depois da ceia, a festa continuou lá em cima: música alta, conversa fiada, bebida. Eu tava exausto, com dor de cabeça, então desci pro meu quarto (minha casa fica no térreo, embaixo da casa da avó, é tipo sobrado geminado).

Tomei banho, remédio, mas o barulho não deixava dormir. Resolvi me aliviar: tranquei a porta do quarto (pensei que tinha trancado a entrada principal também, mas com a dor de cabeça esqueci). Liguei um vídeo pornô na TV, volume alto, e comecei a bater uma bem gostosa, deitado na cama.

Estava quase gozando, olhos fechados, quando ouvi uma voz grossa:

“Que porra é essa aqui?”

Era o tio Carlos. Ele tinha entrado pra usar o banheiro (o de cima tava ocupado). Ficou parado na porta, olhando eu de pau na mão e o vídeo gay na TV. Primeiro choque, depois ele riu baixo.

“Já desconfiava que você era fresco”, disse ele. “Não tem medo de apanhar?”

Levantei rápido pra vestir a calça, mas ele se aproximou, pôs a mão no meu ombro e me fez sentar de novo. Trancou a porta da casa e depois a do quarto. Voltou e perguntou direto:

“Há quanto tempo você é assim? Já deu o cu pra alguém?”

Neguei tudo, pedi pra ele não contar pra ninguém. Ele riu.

“Relaxa. Não vou contar… mas você sabe chupar rola?”

Neguei de novo. Ele se posicionou na minha frente e falou:

“Se chupar minha rola direitinho, como aquelas putas fazem, eu esqueço o que vi. Mas tem que ser com vontade.”

Fiquei chocado, mas ao mesmo tempo louco de tesão. Aquele tio grandão, hétero assumido, que vivia falando mal de “viadinho”, agora querendo minha boca? Pensei: “Vou chupar essa rola com tanta vontade que ele vai engolir todo preconceito.”

Ele era alto, forte, barriguinha de cerveja, branco, tatuagens pelo braço e um bigode grosso. Tirei o pau dele do short: uns 15 cm, grosso, cheio de pelo pubiano, cheiro forte de macho misturado com mijo e suor do dia. Cheirei fundo, enfiei o nariz nos pelos, depois levei pra boca.

Comecei devagar: chupei inteiro, babando, subindo e descendo. Ele ficou duro como pedra, latejando. Parei um segundo pra respirar, depois usei a língua: lambi da base até a cabeça, enfiei a ponta no buraquinho, chupei só a glande enquanto masturbava o resto. Ele tapou a boca pra não gemer alto, olhos fechados.

Quando intensifiquei na cabeça, ele agarrou meu cabelo e começou a foder minha boca. “Isso, sua putinha… chupa gostoso.” A rola babava saliva e pré-gozo. Lambi o salgadinho, engoli tudo. Gozei só de chupar, sem encostar em mim.

Ele avisou: “Vou gozar…”

Eu: “Goza na minha boca.”

Ele: “Tem certeza? Nunca fiz isso antes…”

Enfiei até a garganta. Ele gozou forte, jatos quentes enchendo minha boca. Tirei um pouco, o resto espirrou no rosto, no queixo, na rola. O leitinho escorreu pelos pelos e pelas bolas. Lambi tudo, limpei com a língua, e acabei mamando de novo. Ele gozou uma segunda vez, mais rápido.

Depois ele foi pro banheiro, se lavou e disse:

“Isso fica entre a gente. Nunca gozei assim na vida. Foi foda.”

Na manhã do dia 25, ele dormiu no sofá da sala. Acordou cedo, veio no meu quarto e perguntou se podia “comer meu cu”. Tomei banho rápido, escovei os dentes, voltei. Fiquei de quatro contra a parede, empinei. Ele cuspiu na mão, lubrificou e entrou devagar. Doeu no começo, mas depois ele meteu com vontade, socando fundo. Gozou dentro de mim, forte.

À tarde ele foi embora pra casa dele. Não falou se vai rolar de novo, mas o Natal me deu o presente mais inesperado: muita rola, leite quente e uma lembrança que nunca sai da cabeça.

Publicado el Dec 26, 2025

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