Dec 26, 2025

Género: female

Buceta Molhada, Carreira Arruinada: A Confissão Suja de Uma Secretária Executiva

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Meu nome é Carla Mendes, 38 anos. Casada há 14 anos com Marcos, contador. Uma filha de 11 anos, casa confortável em Alphaville, São Paulo. Trabalho como secretária executiva na matriz de uma grande empresa de tecnologia no Berrini. Vida estável, previsível, segura. Eu gostava disso. Ou achava que gostava.

Tudo mudou quando o novo diretor regional chegou: Victor Almeida, 32 anos, bonito de um jeito perigoso — alto, barba bem aparada, olhos que pareciam ler pensamentos. Ele era direto, exigente, mas elogiava quando o trabalho era bem feito. No começo, era só profissionalismo.

Ele começou a me chamar mais vezes para reuniões particulares. “Carla, você é a única que entende como eu gosto das coisas organizadas.” Eu sorria, mantinha distância. Mas ele notava tudo: quando eu usava salto alto novo, quando meu batom era mais escuro. Comentários sutis. “Você fica ainda mais bonita quando está concentrada.”

Eu dizia para mim mesma: é só flerte inocente. Mas meu corpo reagia. Às noites, em casa, ao lado do Marcos que já dormia cedo, eu pensava nele. Sentia culpa, mas também um calor que há anos não sentia.

Uma sexta-feira, reunião extra depois do expediente. Só nós dois na sala envidraçada. Ele fechou a porta. “Carla… eu sei que você sente também.” Eu neguei. “Victor, eu sou casada. Isso não pode acontecer.”

Ele se aproximou devagar. “Não precisa acontecer agora. Mas eu sei que você pensa em mim.” Ele tocou meu rosto. Eu tremi, mas não recuei. O beijo veio devagar, intenso. Língua explorando, mãos na minha cintura. Eu empurrei ele de leve. “Não… por favor.”

Mas ele sussurrou: “Deixa eu te mostrar como você merece ser desejada.” Ele me levantou na mesa, abriu minha blusa devagar. Beijou meu pescoço, desceu pros seios. Quando ele chupou meu mamilo, eu gemi baixo. “Victor… não…”

Ele abaixou minha saia, tirou a calcinha. Dedos grossos entraram na minha buceta já molhada. “Olha como você tá pronta pra mim, Carla.” Ele me lambeu devagar, língua circulando o clitóris até eu tremer e gozar na boca dele, agarrando a mesa.

Depois ele me virou de costas, abaixou a calça. O pau dele era grosso, duro. Entrou devagar, me preenchendo completamente. “Caralho… tão apertada…” Ele meteu forte, ritmado, mão no meu cabelo puxando. Eu gemia alto: “Mais… mais forte…”

Gozei de novo, ele gozou dentro, quente, pulsando. Ficamos ali, ofegantes. Culpa veio forte. “Isso foi um erro.”

Mas não parou.

Publicado el Dec 26, 2025

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