Dec 26, 2025
Por: Larissa

Género: female

"Goza dentro!" gritou Larissa; entre o barulho da chuva, só se ouvia o gemido rouco de Lucas.

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A chuva caía forte, daquele jeito tropical que só o Rio de Janeiro sabe fazer. Gotas grossas batendo no telhado do prédio antigo em Copacabana, o som misturado com o barulho distante das ondas. Eu, Larissa, 28 anos, designer freelancer, estava sozinha no apartamento pequeno, mas aconchegante, no alto da rua Hilário de Gouveia. Luz baixa, uma taça de vinho tinto na mão, olhando pela janela como se esperasse algo inevitável.

De repente, ouvi a moto. Era ele — o Lucas. Aquela moto preta, barulhenta, que ele adorava pilotar mesmo na chuva. Parou em frente ao prédio, desceu encharcado, a camiseta colada no corpo malhado de academia e sol de praia. O cabelo molhado pingando no rosto, barba por fazer… Meu Deus, só de ver já senti um calor subindo.

Desci pra abrir o portão. Ele entrou correndo, rindo daquele jeito safado. "Ainda acordada, Larissa? Sabia que eu ia aparecer." A voz rouca, rouca de verdade, misturada com o cheiro de chuva e perfume amadeirado. Fechei a porta e já puxei ele pro elevador. Mal apertamos o botão, ele me encostou na parede, beijou com fome, língua invadindo minha boca como se não tivesse amanhã.

No apartamento, a cortina fechada, a luz do abajur laranja deixando tudo mais quente. Tirei a blusa dele, passando as mãos no peito definido, descendo pro abdômen. Ele gemeu baixo quando mordi o pescoço. "Você me deixa louco, porra…" murmurou, voz grossa.

Jogou-me na cama com cuidado, mas firme. Desceu beijando meu corpo todo — pescoço, seios, barriga… Chegou na calcinha e tirou devagar, olhando nos meus olhos. "Tá molhadinha assim por mim, né?" sorriu malicioso. A língua dele começou devagar, circulando o clitóris, depois mais rápido, chupando com vontade. "Ai, Lucas… caralho…" gemi alto, agarrando o lençol. Ele enfiou dois dedos, mexendo no ritmo certo, me levando à loucura. Meu corpo tremia, as pernas se fechando no rosto dele.

Não aguentei mais. Puxei ele pra cima, abri as pernas e guiei o pau dele — duro, quente, pulsando. Entrei devagar, sentindo cada centímetro me preenchendo. "Vai devagar… não, vai forte…" mudei de ideia rapidinho. Ele riu e começou a meter com força, fundo, batendo no fundo. O som dos corpos se chocando misturado com a chuva lá fora.

Montei nele, rebolando devagar no começo, depois mais rápido. Ele apertava minha bunda, puxando pra baixo. "Isso, rebola gostoso… porra, que tesão…" gemia. Senti ele inchando dentro de mim, os músculos tensos. "Larissa… vou gozar…" avisou. "Dentro, amor… goza tudo dentro de mim!" gritei, chegando no orgasmo junto com ele. Ondas de prazer me atravessaram, corpo convulsionando, ele jorrando quente lá dentro.

Ficamos ali, abraçados, suados, respirando pesado. A chuva ainda caía lá fora, mas dentro de nós o calor não parava. Ele beijou minha testa. "Amanhã tem mais?" perguntei, voz rouca.

"Todo dia, minha safada. Todo dia."

Publicado el Dec 26, 2025

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