Gender: female
Rasguei a bucetinha da tia da casa ao lado
Oi, galera! Hoje vou contar como eu dei um jeito na nova vizinha tarada que se mudou pro prédio do lado. Obrigado por curtirem minhas histórias eróticas em português — fico feliz que vocês gostam! Meu nome é Lucas, 25 anos, moro em São Paulo, no bairro da Vila Madalena. Terminando a faculdade, passo o dia batendo punheta em pornô e lendo putaria online.
Um dia, vi que no prédio vizinho (um apê novo bem do lado) tinha mudado uma família. No começo não prestei atenção, mas uma tarde, voltando da facul por volta das 18h, subi no terraço pra pegar roupa no varal e vi ela: uma mulherão latina, curvas de matar, uns 40 e poucos anos, corpo escultural. Ela estava pendurando roupa no terraço dela (os prédios são colados, dá pra ver tudo). Meu pau endureceu na hora. Ela era alta (tipo 1,75m), bunda enorme e redonda (daquelas que balançam quando anda), peitos firmes (36D, siliconados), cintura fina, cabelo vermelho/escuro longo, tatuagens discretas, piercing no umbigo. Parecia saída de filme pornô — sexy pra caralho.
Ela tinha duas filhas pequenas (meninas), mas o marido não aparecia (depois soube que era separada ou viúva). Quando ela se abaixou pra pegar uma peça, a bunda empinada quase explodiu na calça legging. Eu fiquei hipnotizado. Qualquer cara veria e ia querer meter nela na hora.
Ela me pegou olhando e me encarou firme, tipo "o que você tá olhando?". Pegou a roupa e entrou. Pensei: "Putz, ela é patroa, recatada". Mas eu tava louco por ela. Comecei a voltar cedo da facul só pra tentar ver ela no terraço. Mulheres na facul? Tem de monte, mas nenhuma chegava aos pés dela.
Um dia, subi rápido e ela tava lá de novo. Dessa vez sorriu de leve. A filhinha menor tava do lado. Perguntei pra menina: "Qual teu nome, princesa?". Ela respondeu. Aí a mãe perguntou o meu: "Lucas". Eu: "E o seu?". "Raquel… pode me chamar de Miss Raquel". Caralho, o nome dela já me deixou louco. Pensei: "Tenho que comer essa Miss Raquel".
Comecei a puxar papo: "Tá pendurando roupa, né?". Ela: "É, amor… Pode me chamar só de Raquel, sem 'tia' ou 'senhora'". Sorriu safada. Perguntou se eu podia ir na padaria comprar algo pra ela. Fui correndo, trouxe, e quando entreguei, ela roçou os dedos na minha mão devagar, me olhando com cara de tesão. A partir daí, todo dia no terraço: papo, risadas, olhares.
Um dia ela veio de vestido colado, sem sutiã (os peitos marcando), sem calcinha aparente. A bunda enorme balançando, coxas grossas. Eu babando. Ela tirou o casaquinho, mostrando o decote. Eu olhava sem disfarçar. Começamos a trocar WhatsApp. Mensagens começaram leves, depois safadas: "Você me olha muito, né?". Eu: "Difícil não olhar, Raquel… você é gostosa demais".
Ela: "Vem aqui em casa um dia desses… de tarde ninguém tá. Minhas filhas na escola, ex-marido trabalhando. Minha mãe dorme cedo. A gente pode conversar sozinhos". Meu pau pulou. "Tô de folga na facul amanhã, vou sim".
No dia seguinte, mandei mensagem. Ela: "Espera um pouco, minha mãe tá acordada". Fiquei no terraço esperando. Logo veio: "Vem agora". Entrei no prédio dela, subi as escadas. Ela abriu de camisola curta (nightie sexy), bunda aparecendo. "Entra, amor".
Fui atrás dela pra cozinha. A bunda balançando na minha cara. Não aguentei: encostei meu pau duro na bunda dela por trás. Ela gemeu baixinho, rebolou contra mim. Virei ela, agarrei a cintura, beijei forte. Língua na língua, chupando a boca dela. Ela me beijava com fome, mordendo meu lábio.
Enquanto beijava, ela pegou meu pau por cima da calça. Tirei tudo rápido. Ela ajoelhou, puxou minha cueca, lambeu a cabeça devagar, depois engoliu inteiro. Chupava gostoso, babando, olhando pra cima. Lambia as bolas, enfiava a língua na uretra. Eu tava louco.
Levantei ela, tirei a camisola. Peitos lindos, mamilos duros. Chupei forte, mordi de leve. Ela gemia: "Isso, amor… chupa minha buceta agora". Deitei ela na mesa da cozinha, abri as pernas, lambi a buceta peladinha (ou com triozinho), clitóris inchado. Chupava forte, enfiava língua fundo. Ela agarrava minha cabeça, gozou na minha boca.
Depois, meti de pé: pau na buceta molhada, socando forte. Ela rebolava, bunda batendo na minha barriga. Virei de quatro (posição cachorrinho), segurei aquela bunda enorme, meti fundo. "Me fode, Lucas… mete tudo!". Socava rápido, sentindo a buceta apertar. Ela gozou de novo, tremendo.
Eu não aguentei: gozei dentro dela (ela toma remédio). Depois, fomos pro quarto, continuamos: missionário, ela por cima cavalgando, rebolando a bunda gigante. Gozamos juntos de novo.
Depois do sexo, ela lavou rapidinho, voltou sorrindo inocente. Beijamos mais. Agora a gente fode sempre que dá — de tarde, quando a casa tá vazia. Ela é tarada, adora pau jovem.